Experiências obtidas com a vida profissional, com as viagens realizadas, com a política do meu pobre e mal governado país e através das circunstâncias e dos projectos em que me envolvo.
Será que devo trabalhar à borla?
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Vá ver o gráfico e traduza-o para português usando o Google e, depois, ria-se das asneiras que tem feito.
As minhas visitas de trabalho a países de África são regulares, por vezes mais do que uma vez ao ano, mas raramente ficava nesse paìs mais de 7 dias. O meu máximo, aliás, tinha sido 3 semanas, em 2016, para Angola - Benguela. Nesta última viagem, fiz uma estadia de 5 semanas, em Luanda, com a realização de 4 cursos de formação diferentes para populações diferentes sobretudo da Sonangol Pesquisa e Produção. Apesar do esforço foi muito motivador.
A minha mãe Benilde, nome lindo e quase impossível de hoje encontrar, faria hoje 100 anos se fosse viva. Deixou-me há 30 anos e continua a não haver um dia que não me recorde dela. Ficou um vazio pela morte inesperada que foi mais forte porque não teve tempo de conhecer as minhas filhas e acompanhar a minha transformação para a maturidade ainda que tardia. Esta foto que foi tirada após o casamento com o meu pai em 1950, mostra a sua beleza física que aliada à sua ética, compaixão e amor pelos outros espelha também a sua beleza interior. Não teve uma vida fácil. Durante a gravidez teve um envenenamento alimentar no trabalho que quase comprometeu a vida dela e dos gémeos de que estava à espera. Eu e o Peli. Após o parto dos dois «montros» voltou ao trabalho como enfermeira no mês seguinte - conforme as férias de parto dos anos 50, em Portugal. No final da década de 50 começou a sofrer de uma persistente dor nas costas que se veio a verificar ser uma hérnia discal lombar. Foi...
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