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A mostrar mensagens de 2009

Vestir a Camisola

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Quem trabalha  para as organizações dos outros, com regularidade, tem de saber compreender as suas necessidades e corresponder aos problemas que pretende solucionar com o apoio que prestamos. Nem todas as organizações respondem e agem de forma proactiva com os seus consultores. Em muitos casos, o que pretendem é que os consultores lhes venham fazer trabalho para o qual não têm as competências ou não querem arriscar fazer o trabalho com recursos internos. Outras vezes, trata-se de colaboração pontual estabelecida e com requisitos definidos e temporários. Estive nos últimos quinze dias a trabalhar com uma empresa totalmente angolana e realmente dirigida por angolanos Verdade! Não é uma daquelas emanações do governo ou dos cozinhados feitos na copa da casa militar ou civil. Criada por angolanos, gerida por angolanos e a dar trabalho a angolanos. Só que pretendem trabalhar bem. Estão assentes em bons processos e contando com parceiros de confiança, mas querem ser melhores.O se...

Tomar melhores decisões

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Chegado de Tripoli, aonde estive a aconselhar e a apoiar um cliente em vários grandes projectos, eis um assunto que me saltou para a frente, ao observar gestores a tomarem decisões incompletas e titubeantes, ao mesmo tempo, que os problemas se agudizavam. Os bons leaders tomam grandes decisões. Será que têm um processo para fazer isso? Quais são então as técnicas para a tomada de decisões rápida? Muitos leaders usam um processo de 5 passos para tomar as suas decisões. Este é um processo comum que pode ser utilizado para melhorar o processo de tomada de decisões. Quais são os passos: Investigar o problema Quando um problema se coloca toma em primeiro lugar, todo o tempo que necessitar para identificar a sua causa primária e certificar-se que não é só um sintoma de outro problema escondido. Os problemas em projecto relacionam-se usualmente com pessoas, processos, equipamento ou materiais. Descubra quando, porquê e como ocorreu e qual o seu impacto no seu projecto. Estabeleça...

Realizar os Projectos Mais Rapidamente

Ver mais en http://blog.enfase.pt   Os Gestores de Projecto estarão sempre sob a pressão de realizar mais depressa os projectos, de entregar cada vez mais rápido os resultados. De preferência, para aqueles que exigem, deveriam entregar antes do esperado! È um desafio difícil, quase impossível de enfrentar e solucionar. Há, entretanto algumas dicas e truques para ajudar a entregar antes do deadline ou reduzir o stress ao longo do processo… Descubra atalhos no seu Plano Os Gestores de Projecto habitualmente gastam 80% do seu tempo a executar o projecto e 20% a planeá-lo. A razão para isso é que a fase de Execução é quando a excitação está, assim arregaçam-se as mangas e tentamos começar a executar o mais depressa possível. Mas se gastarmos mais tempo na fase de Planeamento conseguimos então identificar atalhos que nos permitem produzir o mesmo resultado do projecto em menos tempo. O conselho é que, quando pensamos que o plano do projecto está completo, é a altura de gasta...

«Vencidos da Vida»

Amanhã passam dois anos da data da morte do Mário e a reler o seu primeiro livro fiquei com este textoem memória. Como ele já antes de saber já se filiara depois dos 30 no grupo de amigos com quem ele conviveu. “São apenas palavras, sabes bem. Palavras que não empregas habitualmente, por pejo ou por não lhes dares grande valor, mas que a emoção agora te fez, quase por irreflexão, proferir. Palavras que retratam, dirias noutras circunstâncias, um romantismo exacerbado. E sentiste tudo o que disseste, é verdade, embora instantes volvidos já não estejas tão convencido do seu conteúdo, do conteúdo que as palavras nunca traduzem fielmente. Não, não se discute a razão do que afirmaste. Mas pergunto-te se sentes realmente a força que exprimistes com tanta exuberância. Sim, vais dizer que não tens a certeza de nada, que duvidas, e que mesmo neste momento só acreditas no amor que esta rapariga te inspira ( Amor? Outra afirmação imprudente… ) Mas lutas, apesar disso, e denodadamente, cegamente…...

A Gripe A , uma cortina de fumo

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Os assuntos dos políticos e dos jornalistas parecem cada vez mais serem similares e já não se percebe quem é que comanda a criação de interesses e notícias. Esta coisa da gripe A é, a par dos problemas do Sr. José Sousa, mais uma cortina de fumo para esquecer a solução dos problemas que a política deveria tratar. Ninguém pensa em como é que o nosso País alguma vez equilibrará as suas contas, ou como é que vamos melhorar a agricultura para reduzirmos a dependência das trocas internacionais. Estes até são problemas demasiado grandes para a maioria dos portugueses e, alguns, só de pensarem neles ficam com dores de cabeça. O futebol é que é bom. Destes «problemas» todos sabem falar e não há quem não tenha uma filiação clubística e não sofra com as derrotas que ora acontecem e. apesar do desemprego e da instabilidade, consegue exultar com as «vitórias» e «empates». Agora a gripe A é um furo. Ninguém percebe bem se é grave; gripes até há todos os anos e para elas criaram-se vacinas, ma...

A praia de Bilene e o regresso

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A primeira visita a Moçambique teria de ser culminada por um evento que ficasse na memória. Viajámos para o Norte para a província de Gaza para conhecer a célebre praia do Bilene. A verdade é só uma – valeu a pena a viagem e o pouco tempo que lá pudemos ficar. Imaginem uma lagoa de águas transparentes que liga para o mar sempre que a chuva é demasiada e a faz ultrapassar o nível do mar. Desta forma mantem-se límpida, transparente e semi-salgada. Foram duas horas e meia de viagem pela Nacional 1, que percorre Moçambique do maputo até ao Norte e se encontra num razoável estado de conservação. Chegámos antes do almoço e a primeira coisa que fizemos foi escolher a comida – mariscadas para dois! Depois tratámos de atravessar a lagoa para irmos até ao mar e darmos uns mergulhos em condições. O barco arranjou-se, mas a gasolina só apareceu depois de termos acordado o valor da viagem e as condições de transporte. É África! Lá arrancámos também na perspectiva de ir visitar as tartarugas d...

Experiências Culinárias

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Estou cheio de camarão, lagosta e outras formas de o usar em refeições, tanto como de comida de buffet. Começou o trabalho e os dias são tomados pela relação com as pessoas com que trabalhamos, com quem partilhamos a  refeição do almoço. À noite já é outra coisa. Aí vamos jantar a um restaurante diferente todas as noites para explorarmos as possibilidades gastronómicas. Bons restaurantes não há muitos. A variedade nestes também é confrangedora daì que acabe a pensar que comer marisco não é provavelmente a melhor forma de saber se a cozinha deles vale a pena. O caril, dada a influência indiana é um dos pratos que se come com gosto. Tive muita dificuldade em que os locais nos identificassem um prato típico, já que acaba tudo na mandioca e no peixe. Na próxima viagem, que deve ser lá para Setembro já irei experimentar como fazem as variedades culinárias que transportámos para lá.

Por África até à Ponta de Ouro

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No nosso segundo dia em Moçambique partimos às 6 da manhã para a Ponta de Ouro – uma praia nos limites territoriais do Sul do paìs, na província de Maputo. A viagem só se pode fazer de jipe. Os cerca de 100 Km de viagem levam-nos 3 a 4 horas por todo o tipo de estrada, picada, areia, buraco, etc.  Viagem alucinante para quem desde que saíra da Turquia, dois dias antes, só tinha dormido um total de 12 horas em 3 dias. Aliás essa é amelhor descrição para este fim-de-semana em Moçambique. Para lá chegarmos temos de atravessar o rio Maputo de ferry. O barco tem aì uns 40 anos e leva 12 carros bem apertados. Para além do Ferry o atravessamento para Catembe faz-se também em barcos pequenos de transporte de passageiros que seguem sempre cheios, mas que partem constantemente do mesmo cais – quase um shuttle. O nosso motorista – Santos – pôs-nos logo à vontade ao sair de Catembe mudou duas vezes de estrada. Tinha um conhecimento assim assim  do caminho. Mais tarde, soubemos que ...

Ir ao Kruger Park

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O Kruger Park fica situado junto à fronteira de Ressano Garcia, com Moçambique. Esta proximidade facilita a visita e os sul-africanos com faro para o negócio organizam todos os dias uma visita nocturna ao parque. Pode ver as condições aqui. Chegando tão cedo, marcámos uma deslocação ao Kruger para a visita noturna. Não prevíamos as condições concretas da viagem. Na realidade são somente 130 km, aproximadamente até Crocodile River, mas tem de se atravessar a fronteira mais ativa de África e realizar as formalidades de ambos os lados da fronteira, quer na ida, quer na volta. Apesar de tudo tivemos sorte porque a fronteira fechava às 24 horas. Saímos a meio da manhã e tomámos a N4 para Ressano Garcia – uma estrada que tem duas portagens – uma riqueza. Na estrada fomos mandados parar pela polícia duas vezes, mas acabava tudo com uma conversa entre conhecidos do guia e dos polícias. Chegámos à fronteira pelas 13 horas e levámos uma hora a fazer todas as formalidades. Depois de pa...

Viagem para Moçambique

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Acabado de chegar da Turquia vou agora para Moçambique em trabalho. Como só começamos na segunda-feira e só há avião na sexta-feira e na segunda, tivemos de chegar com 2 dias de antecedência a Maputo. Assim, os meus colegas transformaram o que era mau em qualquer coisa boa e marcaram, para estes dois dias, duas viagens de descoberta das coisas aqui à volta – o Kruger Park e a Ponta de Ouro. A viagem foi das melhores que já fiz para África. Foram 11 horas de voo seguidas mas como o avião não estava cheio foi confortável e até dorm i umas 3 horas. O jantar parecia de restaurante, umas migas de bacalhau (que era afinal bacalhau desfiado com puré de batata) e arroz doce de sobremesa. Mesmo à maneira. Chegámos às 6 da manhã com um nascer de sol espantoso que coroou o bolo com uma cereja. A seguir, as formalidades, apesar de ser África, foram muito rápidas e eficazes. Os moçambicanos são pessoas boas e simpáticas e estão interessados em ter mais pessoas a viajar para a terra deles, já q...

Turismo na Turquia

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O turismo na Turquia é muito semelhante às viagens organizadas, que se realizavam aos antigos «paìses socialistas» antes da queda do muro. Estas viagens tinham, à partida os hotéis todos marcados, guia turístico, hora de chegada e de partida, localização das casas de banho e das paragens de descanso, restaurantes colectivos como «cantinas» para comer, tudo cronometrado, com autocarros e pessoas a movimentarem-se como formigas de um sítio para outro .   Até os locais de paragem são na Turquia sempre os mesmos, o que permite semi-organizar um comércio ambulante de milhares de pechisbeques para turista comprar e estar ocupado enquanto espera. Há comércio deste em qualquer sítio onde se pare e sempre com as mesmas coisas para vender, de Antalya até à Capadócia. Os locais visitados até eram interessantes, mas o tempo que se levou a fazer o percurso foi muito já que com 3 dias de viagem se fazia Konya e a Capadócia e os dias restantes podíamos ter visitado Perge e Antalaya e ainda f...

Cheguei à Ásıa

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Afinal bastaram 4 horas de voo e um atraso de duas horas no tempo para pôr o pé na Ásıa. Vamos ficar doıs dias em Antalya e depois seguımos para a Anatólia e Capadócıa. Vou colocar umas fotos do hotel no Pıcasa e seguimos para a prımeira visita turístıca. Como curiosıdade, descobrı que pode haver i com pinta e sem pınta. E esta?

Agora é mesmo de folga

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Vou de férias. Vou sem as miúdas e para um sítio que nada tem a ver com trabalho. Vou até à Turquia Mediterrânica. O passeio é daqueles de andar de autocarro 3 horas e depois apanhar duas horas de passeio a pé, mudando de hotel quase todas as noites. Uma canseira! Mas, é uma canseira sem computador, sem telefone, sem levar e trazer as miúdas do treino. Melhor ainda, sem clientes e sem ter de resolver problemas impossíveis, criados por «invenções» descuidadas e logo esquecidas. Um conselho, para os clientes - Se tiverem algum problema, pensem em mim e em que eu não posso ir aì resolver. Então, façam uma operação que ajuda tudo: Desliguem a máquina e voltem a ligar! Um conselho para as miúdas - Façam tudo como se estivéssemos aqui convosco. Melhor ainda, como se estivessem por vossa conta! Vou cansar-me e descansar ao mesmo tempo. Boa.

A encomenda 7217493

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As novas tecnologias vieram para facilitar mas mesmo aqueles que se habituaram a utilizá-las todos os dias têm alguma dificuldade em perceber alguns dos padecimentos que os utilizadores têm de sofres. Precisava de adquirir um pacote de acesso à ADSL para um cliente. Nada melhor que ir ao site, escolher o pacote e comprar online e combinar a entrega no local. O site tinha todas essas funcionalidades e eu sabia todas as informações necessárias. Após preencher os formulários e introduzir os dados de pagamento carreguei no botão de submissão e foi-me devolvido dizendo que o NIF estava mal preenchido. Verifiquei, voltei a fazer o mesmo e foi, de novo, devolvido. Tentei mais uma vez mas em vez de pagar pedi para ser pago contra entrega. Erro, novamente. Decidi telefonar para a loja virtual utilizando o call back, serviço em que a empresa nos chama de imediato. Fui atendido por uma menina muito simpática, que tentou resolver os meus problemas, e duarnte 15 minutos lá fomos andando, com al...